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Sexta-feira, 30 de Outubro 2026
Cidades

Mulher que partiu de Itaituba é presa com 24 tabletes de maconha em Altamira

Abordagem ocorreu na rodovia Transamazônica; droga estava escondida em bagagem e seria distribuída no sudoeste do Pará. Suspeita foi autuada por tráfico de drogas

Portal Adrenalina
Por Portal Adrenalina
Mulher que partiu de Itaituba é presa com 24 tabletes de maconha em Altamira
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Altamira (PA) – Uma mulher que saiu de Itaituba, no oeste do Pará, foi presa em flagrante por tráfico de drogas durante uma abordagem policial realizada em Altamira, no sudoeste do estado. Com ela, os agentes encontraram 24 tabletes de maconha.

De acordo com as informações apuradas, a prisão ocorreu durante uma ação de rotina de fiscalização na BR-230, a Transamazônica. Os policiais abordaram o veículo em que a suspeita estava e, durante a revista na bagagem, localizaram os entorpecentes embalados em formato de tabletes, característico do transporte para distribuição.

A mulher, cuja identidade não foi divulgada oficialmente, não conseguiu explicar a origem e o destino da droga. Ela recebeu voz de prisão no local e foi conduzida para a Delegacia de Polícia Civil de Altamira, onde foi autuada em flagrante.

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Os 24 tabletes apreendidos devem somar aproximadamente 20 a 25 quilos, dependendo do padrão de prensagem – quantidade suficiente para abastecer pontos de venda de drogas na região da Transamazônica. A droga foi encaminhada para perícia.

Rota do tráfico na Transamazônica

A ligação Itaituba – Altamira pela BR-230 é apontada pelos órgãos de segurança como uma das rotas utilizadas para o tráfico de entorpecentes no Pará. A rodovia conecta o oeste paraense ao Xingu e permite o escoamento de drogas vindas de outros estados ou da região de fronteira.

Nesses casos, é comum o uso de mulheres como “mulas”, transportando a droga em ônibus interestaduais, carros particulares ou caronas, na tentativa de passar despercebida nas fiscalizações.

O que diz a lei

A suspeita vai responder por tráfico de drogas, previsto no Art. 33 da Lei 11.343/2006. A pena varia de 5 a 15 anos de prisão, além de multa. O crime é inafiançável e não permite liberdade provisória na maioria dos casos de flagrante com grande quantidade.

A Polícia Civil deve agora investigar se a mulher faz parte de um grupo criminoso maior que atua entre Itaituba, Novo Progresso e Altamira, e qual seria o destino final do material apreendido.

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